PORTO VELHO, RO – O Estádio Aluízio Ferreira, carinhosamente conhecido como “Aluizão”, voltou a ser o centro das atenções na última semana, mas desta vez não pelos gols. Após a histórica partida entre Gazin Porto Velho e Atlético Goianiense pela terceira fase da Copa do Brasil, imagens das condições do estádio circularam nas redes sociais, gerando uma onda de críticas e ironias por parte dos internautas.
“Pasto com Traves”
Embora a “Locomotiva” tenha feito uma campanha heróica, o que dominou os debates online foi a estrutura física do local. Termos como “vergonha”, “pior que grama de praça” e até comparações com arenas de rodeio foram usados por torcedores para descrever o estado do gramado e das instalações.
Apesar de o Governo de Rondônia ter realizado manutenções emergenciais antes do confronto para garantir as exigências da competição, a percepção do público é de que a estrutura atual não condiz com o nível de evolução do futebol rondoniense, que agora enfrenta clubes da elite nacional.
A Promessa da “Nova Arena Aluizão”
Enquanto as críticas se multiplicam, o Governo do Estado reforça o compromisso com a transformação do espaço. Em fevereiro deste ano, foi oficializado o contrato para a reforma e ampliação do estádio, com um investimento previsto de R$ 70 milhões.
O projeto pretende transformar o Aluizão em uma Arena Polivalente, capaz de receber não apenas grandes clássicos do futebol, mas também eventos culturais de porte internacional. A execução está a cargo do ‘Consórcio Projetos e Reforma Estádio Aluízio’.
Voz do Torcedor
O governador Marcos Rocha tem defendido a obra como um passo essencial para fortalecer a infraestrutura esportiva do estado. No entanto, torcedores mais céticos cobram agilidade. “O esporte evoluiu, mas a estrutura ficou parada no tempo”, avaliou um entusiasta local. Enquanto as máquinas não começam a trabalhar efetivamente, há quem sugira que partidas decisivas sejam levadas para estádios do interior, como o Cassolão, que apresenta melhores condições momentâneas.






